No som das ruas cinzentas, sigo forte na batida,
Olho pro horizonte, vejo a fome por conquista.
Meus passos são rimas, minha mente tá ativa,
No eco do concreto, minha voz nunca silencia.
É phonk no sangue, coragem na retina,
No compasso dessa luta, cada verso desafia.
Rostos disfarçados, verdade no olhar,
Aqui ninguém foge, só quer se afirmar.
verse
A noite cai densa, mas eu nunca recuo,
Luz do poste ilumina cada linha que fluo.
Vivência do gueto, respeito é minha lei,
Os sonhos são graffiti, marcados, eu sei.
Surjo da neblina, esperança no gesto,
Pés firmes no asfalto, rumo ao próximo verso.
Visão afiada, mente blindada,
Os tombos ensinam, a estrada é traçada.
Entre becos e esquinas, cada passo é um fato,
Minha meta é vencer, jamais ficar no vácuo.
Minhas palavras cortam feito navalha sem fio,
Dando voz ao silêncio, rompendo o vazio.
chorus
No som das ruas cinzentas, sigo forte na batida,
Olho pro horizonte, vejo a fome por conquista.
Meus passos são rimas, minha mente tá ativa,
No eco do concreto, minha voz nunca silencia.
É phonk no sangue, coragem na retina,
No compasso dessa luta, cada verso desafia.
Rostos disfarçados, verdade no olhar,
Aqui ninguém foge, só quer se afirmar.
break
verse
Cada esquina revela um novo desafio,
Escrevo meu destino, sigo o trilho frio.
Não me cega o luxo, nem o brilho da ilusão,
Sou produto da luta, filho da superação.
Ouço o grave vibrando no peito,
Phonk é manifesto, compromisso e respeito.
Orgulho estampado, nunca vou desabar,
Mesmo com pedras, sigo a rimar.
Quem duvida do talento vai ouvir,
Consciência afiada, impossível conter.
Rap aflorado, energia no ar,
No jogo da vida, nato pra jogar.
chorus
No som das ruas cinzentas, sigo forte na batida,
Olho pro horizonte, vejo a fome por conquista.
Meus passos são rimas, minha mente tá ativa,
No eco do concreto, minha voz nunca silencia.
É phonk no sangue, coragem na retina,
No compasso dessa luta, cada verso desafia.
Rostos disfarçados, verdade no olhar,
Aqui ninguém foge, só quer se afirmar.
outro
Do escuro à luz, minha jornada é arrojada,
A história tá escrita em cada passada.
Sigo rimando, sem medo do fim,
No flow da cidade, sou dono de mim.